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junho 08, 2020

Conheça 30 costumes mundo afora

Já imaginou que em vários locais existem costumes que nós jamais saberíamos que existiam, então separamos para vocês alguns costumes mundo afora.


  • Para os sul-coreanos é inadmissível o sujeito assoar o nariz na rua.
  • Em Seul, capital da Coréia do Sul, nunca procure atravessar avenidas e ruas. Prefira as passagens subterrâneas existentes em todos os cruzamentos.
  • No Japão, não é visto com bons olhos quem costuma falar alto ou gargalhar de uma piada, principalmente para as mulheres.
  • No Japão, espirrar diante dos outros é um acinte.
  • Na Indonésia e Tailândia, namorados não devem se beijar ou trocar carícias na frente dos outros.
  • Para os indianos, ser encarado por estranhos é uma forma de humilhação.
  • A popular e escrachada rodinha feita com o polegar e o dedo indicador, que para nós é um gesto obsceno, para os americanos significa OK. Já no Japão, quer dizer grana; para os franceses, algo sem valor; na Alemanha, equivale a chamar alguém de idiota e, na Tunísia, é uma ameaça de morte.
  • Na Tailândia e Bulgária, os movimentos de sim e não feitos com a cabeça são invertidos.
  • Na Austrália, fazer o “V” da vitória ou o conhecido gesto positivo com a mão fechada e o polegar para cima quer dizer que você está mandando alguém tomar no cu.
  • A mão em figa tem conotação sexual na Turquia, Romênia, Grécia e em alguns países latinos, enquanto no leste europeu – Polônia, Rússia, Iugoslávia e Bulgária é uma resposta de cunho negativo.
  • No Egito, esfregar os dois indicadores em movimentos paralelos quer dizer que você está bastante mal intencionado.
  • No oriente médio, mostrar a sola do sapato ao cruzar as pernas é grosseiro, pois esta é considerada a parte mais suja
  • Se quiser realmente ofender um cidadão grego mostre-lhe a palma da mão com os dedos estendidos e abertos. Provém do costume bizantino de esfregar sujeira no rosto dos inimigos.
  • Quer chamar um mexicano pra briga? Coloque as mãos nos quadris e o encare.
  • Na Bélgica e na França, não pega bem para um homem ficar em pé, com as mãos nos bolsos, enquanto conversa com alguém.
  • No Japão, esqueça algumas recomendações da sua mãe: coma o macarrão colocando uma extremidade na boca e sugando o resto; tome sopa direto da tigela, sem colher.
  • Coreanos e chineses dividem o mesmo prato central.
  • Tomar a sopa com aquela ruidosa “chupada” na colher, na China, é um elogio aos anfitriões.
  • O mesmo vale, nos países árabes, para um arroto após as refeições.
  • Na Índia, Malásia, Egito, Marrocos, Arábia Saudita e Tailândia, use só a mão direita. A esquerda é para a higiene íntima.
  • Na Índia, usar a mão esquerda para cumprimentar os outros. Muito cuidado canhotos! Não se pode cumprimentar os indianos com um aperto de mãos, mas se for fazer isso, via de regra, use sempre a mão direita. É que em muitos lugares da Índia, incluindo hotéis de boa qualidade não há papel higiênico. Então para se limpar os indianos usam a mão esquerda. Então não fica bem dar a mão “suja” para cumprimentar alguém, mesmo que você não tenha feito isso, pressupõe-se que você o fez.
  • Os belgas não gostam de ser tocados ou apalpados enquanto conversam. Se você é do tipo “amigão” pense duas vezes antes de dar aquele tapinha nas costas quando estiver na Bélgica, isso não faz parte da cultura deles e é um gesto incompreensível.
  • Na França uma mulher se servir de bebida alcoólica é muito feio. Mesmo em encontros informais, em bares ou restaurantes, é considerada uma tremenda falta de educação pelos franceses a mulher abastecer o próprio copo de bebida. A missão cabe a algum marmanjo que a acompanhe ou que esteja por perto.
  • Na Tailândia, não passe a mão na cabeça de uma criança. Evite arrumar uma confusão ao cruzar com uma criança na rua: lá, passar a mão na cabeça dos pimpolhos é uma ofensa. Isso porque o budismo – principal religião do país – considera que a cabeça é o lugar onde fica guardada a alma da pessoa.
  • Os tailandeses não se tocam quando se encontram. Eles apenas unem as mãos espalmadas e inclinam levemente o tronco, abaixando a cabeça.
  • Estirar língua na Europa e na Ásia, há mais de 2 mil anos, era um jeito de ofender alguém.
  • Para os Maoris, povo da Nova Zelândia, mostrar a língua é uma provocação.
  • No Brasil nossos índios e escravos só aprenderam a mostrar a língua quando tiveram contato com os portugueses.
  • Acredita-se que o gesto tenha surgido porque, quando precisamos vomitar, a língua sai da boca. Ao colocá-la de propósito para fora, sinalizamos que não gostamos de algo.
  • Lá pras bandas do antigo Tibete, mostrar a língua era um cumprimento.
E aí o que acharam desses costumes? Conhece algum legal? Conte para nós.
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